sexta-feira, 19 de março de 2010

Tudo Novo

Well,

Esse ano ainda não tinha conseguido postar.
Ano novo, tudo novo.
Minha vida está mudando de rumo de uma forma que nunca imaginei.
Primeiro estou muito feliz com as aulas que estou ministrando no curso de Sistemas da Ulbra, está sendo trabalhoso preparar todas as aulas, pela primeira vez, mas muito recompensador.
Outra novidade é que estou fazendo Mestrado na UFU, como aluno especial, na Linha de Pesquisa em IA (Inteligência Artificial).
Estou cursando duas disciplinas: Sistemas Operacionais e Computação Bio-inspirada. Está muito corrido, bem difícil, mas nada que algumas noites sem dormir e alguns finais de semana trancado no quarto estudando não resolva.

Bom, vou postando aqui, assim que encontrar um tempinho, as novidades de minha vida e do mundo da Tecnologia.

See Ya!

Regards

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Java vs .net: the community

Trata-se de um pequeno texto sobre comparações entre Java e .Net
Sabemos que essa discussão vai longe, eu, particularmente, gosto das duas coisas: Java e C#... =D

See you!

java vs .net: the community
Fonte: http://geekswithblogs.net/alternativedotnet/archive/2009/08/31/134405.aspx

Since the beginning of July, I've been working on a java project. The language is very close to C#, although it has some minor irritating differences, like the lack good generic support, extension methods and closures. The big difference however is not in the language, the tools, the libraries or the utilities. One of the big differences I've seen is the community.

I've been on many projects that have worked exclusively with Microsoft tools, libraries and (god forbid) examples. When the subject is raised of alternatives like an open source ORM or IoC container the response is predictable. It's a raised eyebrow stating clearly that non-MS solutions couldn't possibly be better than libraries like the EF, EntLib and such. Oh, and were you suggesting using anything else than stored procedures for data access?

Your idea won't scale...
Your idea won't perform...
Your idea won't be secure...
Your idea will be buggy...
Have you thought about the maintenance ...

Let's look over the wall now, shall we? If you announce proudly that you're going to work on a java project with hibernate and spring, you get a blank look from your fellow devs. "Duh! Of course! What else?". This best of breed approach took some years to mature but is way ahead of the default .net crowd.

The alt.net movement, the NHibernate mafia and all those alternative folks who don't adhere to the true MSDN way of doing software development are actually very close to this. The difference is that we are there by choice and by experience. The java guys are there, almost by default. This means that the mainstream java dev knows and understands things like IoC, AoP, ORM. He might have forgotten (or doesn't know) why these practices were introduced, but he's been using them daily for some years. Just like we forgot about writing our own compilers and practicing bit shifts to divide by 2.

I think it is our responsibility to enlighten our colleagues, one at a time, for the rest of our professional lives. To try and bridge that gap between alt.net and the mainstream .net development. And ultimately, as a community, help Microsoft on the course it is taking to embrace open source.

Quoting a fellow alt.net colleague I value greatly: How on earth did it ever get this far in our industry for this mindset to be considered alternative?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Crowdsourcing

Pessoal, hoje vi o termo Crowdsourcing no meu Twitter e fiquei curioso, dei uma pesquisada e encontrei esse artigo do Bruno Bartels sobre esse assunto, vale a pena dar uma lida...

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Crowdsourcing na produção de uma nova mídia.

Artigo por Bruno Bartels em abr.30, 2009, na categoria Comunicação 2.0

Apesar do nome pouco popular, Crowdsourcimg já é um assunto bem discutido e aplicado na internet, principalmente no que diz respeito a desenvolvimento de softwares e geração de conteúdos.

“O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias.”

Leia mais sobre o termo aqui (português de Portugal).

São bons exemplos de crowdsourcing o navegador Firefox, o sistema operacional Linux, a plataforma para blogs WordPress, fora uma série de outras aplicações que vão de antivírus até complexos sistemas, como o Google e suas APIs.

Apesar de extremamente popular na internet, esse conceito é pouco percebido. Grandes exemplos dessa filosofia é o Wikipedia, YouTube, e tantos outros geradores de conteúdos.

O Wikipedia em si não é a mais completa enciclopédia do mundo. Ele é apenas uma plataforma que possibilitou a construção e organização de seu conteúdo. Os verdadeiros produtores são internautas, espalhados pelo mundo, que alimentam massivamente o site de informação, filtram o que é certo e errado, deixando-a confiável sim, apesar das críticas de quem certamente não a conhece.

A mesma coisa acontece com o YouTube, que nada mais é do que uma ferramenta de uploads, organização e compartilhamento de vídeos. O que o faz ser o que é, é a enorme videoteca que foi alimentada ao longo do tempo pelos diversos usuários. Você nunca perguntou a um amigo se ele já visitou o YouTube hoje, mais certamente já perguntou se já viu o vídeo da Susan Boyle, ou simplesmente passou o link para ele. Aliás, se não fossem os internautas, ela seria apenas mais uma concorrente de um programa de talentos inglês.

- Ok, já entendido o conceito. Mas que diabos o crowdsourcing tem a ver com a construção de uma nova mídia?

- Bom, em se tratando de internet, tudo.

O jornalismo colaborativo ainda engatinha, mas aos poucos vem se tornando uma realidade. Basta estar no lugar certo, na hora certa, com uma câmera digital na mão e um belo flagrante à sua frente. Pronto, agora é só postar na internet. Pena que ainda não temos um portal sério de notícias colaborativas. Em alguns grandes portais de jornalismo on-line, essa cultura já é explorada, mas se limitam a temas, complementos, besteirol e oportunismo. Fora que ninguém ganha um centavo quando tem sua notícia publicada no VC Repórter ou outros portais com serviços do gênero.

www.midiaindependente.org

Mídia Independente

Um bom exemplo da filosofia colaborativa para a produção jornalística é o www.midiaindependente.org. O visual infelizmente não é lá grandes coisas, parece ter sido criado por programadores. Porém as más impressões param por aí. O jornal é bem completo, com ótimos temas e comentários que deixam claro o nível cultural de seus leitores.

A publicidade segue pelo mesmo caminho. Na internet, os principais concorrentes e também aliados das agências e empresas que buscam seu espaço na rede são seus próprios consumidores. Produtores de conteúdos que a todo instante estão postando um novo vídeo, mais uma piada medíocre - ou genial -, mais uma foto oportunista ou estão simplesmente interagindo. Interação que gera muito mais que ibope. Gera discussão, compartilhamento e persuasão. Persuasão do velho e eficaz boca-a-boca, agora muito mais forte e intenso.

Na internet, assim como futuramente na TV digital, o tempo estimado para a propaganda acaba. Ninguém mais tem 30 segundos exclusivos para passar uma mensagem. O consumidor não é mais passivo.

Voltando à filosofia Crowdsourcing, o foco da publicidade online deve estar na interatividade. Não basta mais criar um vídeo bonitinho, ou uma bela composição de imagens. A publicidade tem que oferecer algo ao público. Oferecer ferramentas que o façam ter novas experiências interativas, idéias que antes de vender os encante, que os ofereça algo que o faça passar a propaganda a diante. Certamente uma publicidade que exige ainda mais neurônios e criatividade por parte dos publicitários.

Um bom exemplo dessa nova publicidade é o site jogo Jelly Battle. Criado em 2006 para divulgar a linha de teclado para games da Logitech, o se espalhou rapidamente para os sites do genero. Ao longo de quase 3 anos fez tanto sucesso que recentemente foi comprado por uma empresa com foco em jogos on-line (por isso não se vê mais o merchandising da marca e algumas outras características peculiares).

Mas o que isso tem a ver com a Crowdsourcing e onde afinal a filosofia se aplica ao internet marketing e, futuramente, à publicidade em geral?

Bom, o jogo em si não se faz sozinho, não se divulga e nem vende sozinho. Os grande veículo da publicidade são os próprios internautas. Jogadores que disputam e interagem entre si. Eles gostam do conceito, convidam seus contatos e compartilham. Pensou em viral na internet? É exatamente isso! Um investimento mínimo, se comparado às mídias convencionais, somada a uma bela dose de criatividade e interação. Pronto, o consumidor faz o resto.

E o mais legal disso tudo, e que explica a imagem de topo do site: na comunicação 2.0 não é a massa passiva ao meio, é o meio que fica passivo a massa.

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Fonte: http://comunicacao2.0.vixtime.com.br/?tag=crowdsourcing

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Achei muito interessante o site MyHeritage <http://www.myheritage.com.br/>

Nesse site você consegue montar sua árvore genealógica, como a minha, além de também poder brincar com suas fotos e dos seus amigos:

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Olha só as montagens que fiz com minha foto:

































Esse flash é uma transformação de mim no Jay Hernandez.... Claro que sou mais bonito né... kkk

domingo, 5 de abril de 2009

Max Payne

Well, mais um comentário sobre filmes.
Acabei de assisitir o filme da 20th Century Fox: Max Payne (2008). 

Trata-se da Clássica história de Max Payne, um detetive da Polícia dos EUA que tem seu Filho e esposa assassinados. Muita gente já jogou esse Game no Computador, mas o filme me surprendeu. A fotografia, os efeitos especiais, a história em si; tudo na mais perfeita sincronia. Vale a pena assistir:

Veja o Trailler:
http://www.youtube.com/watch?v=Q2jAEoBz6RY

See You!
=)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Um sonho de liberdade - Shawshank Redemption - 1994

Acabei de assistir o filme: 
Um sonho de liberdade (Shawshank Redemption - 1994). Inclusive ele passou ontem no Sbt, mas eu já o havia baixado e deixei pra assisitir no micro.



Raramente comento sobre um filme que tenha assistido, mas esse, vale o esforço. Trata-se de um drama adaptado de uma história de Stephen King: Rita Hayworth and Shawshank Redemption. Não li o livro, embora gostaria de tê-lo lido. 
Enfim, sobre o filme tem muito post por aí, o que quero falar mesmo é que o filme nos emociona do início ao fim; podemos nos sentir na pele dos personsagens, e viver suas angústias.

Um trecho belo, é quando Andy coloca o disco com a ópera nos alto-falantes do presídio. Você se sente imergido, e tenta absorver os pensamentos dos presos com aquela música clássica.


Outro trecho emocioante é quando o Red encontra a carta no muro onde Andy o instruiu, e na carta lê o que Andy lhe diz, principalmente essas palavras:

"A esperança é uma coisa boa, talvez a melhor de todas. E nada que é bom, pode morrer!"

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Para quem gosta de filmes inteligentes, com conteúdo e com finais surpreendentes, não deixe de assistir: Um sonho de liberdade.



See you...

=)